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Casas de luxo: faturação e transações da Remax Collection disparam no primeiro semestre

02.11.2018 - Idealista

A Remax Collection teve um volume de faturação de 31,3 milhões de euros em 2017, “mais do dobro da principal concorrente neste segmento”, segundo a empresa, e fechou o primeiro semestre deste ano com um crescimento de 30,4% face ao período homólogo.

O que é um imóvel de luxo? De acordo com a mediadora, é aquele que tem “uma vasta área útil privativa, podendo ter uma sala a partir de 45 metros quadrados (m2), sala de jantar separada, um quarto-suíte com área nunca inferior a 20 m2, se possível com closet, e garagem ou box para tantos carros quanto o número de quartos”.

A Remax Collection sublinha, em comunicado, que “os imóveis Collection têm origem em projetos arquitetónicos de referência, muitas vezes assinados por profissionais de renome, revestindo-se de características que os diferenciam”. Estão também localizados em “zonas de eleição”, sendo “edifícios de grande qualidade e luxo”.

De acordo com a empresa, mantem-se este ano o crescimento já alcançado no ano passado. Nos primeiros seis meses de 2018, a Remax Collection viu o volume de faturação aumentar 30,4% face ao mesmo período do ano passado, tendo o número de transações crescido 38,4%: entre janeiro e junho foram realizadas 1.405 transações, mais 38,3% que em igual período do ano passado e mais do dobro das registadas em período homólogo de 2016.

Apartamentos com mais procura

Os apartamentos são os imóveis mais procurados, representando 62,4% do volume de negócio e 76,2% das transações, enquanto as moradias representarem 23,5% e 15,8%, respetivamente.

As tipologias mais comercializadas são o T2 e T3 e o distrito de Lisboa é o mais procurado por quem compra casas de luxo. Os portugueses estão ativos neste segmento, dominando no volume de negócios angariado (61,6%) e no volume de transações (65,9%).

Para Manuel Alvarez, presidente da Remax, as perspetivas para 2018 e 2019 são as melhores. “Haverá um alargamento da cobertura nacional com a abertura de novas agências Collection, algumas das quais muito em breve e quase em simultâneo. Mas o indicador em que provavelmente registaremos um maior crescimento será na satisfação dos clientes. Aliás, o crescimento contínuo dos resultados num segmento em que a confiança e a credibilidade são fundamentais é demonstrativo dessa satisfação”.