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Cristóvão Matos, o Consultor que em 2021 atingiu um volume de transações acima dos 10 Milhões de Euros

24 June 2022

É Consultor no Siimgroup desde Junho de 2020. No final do ano 2021 conseguiu alcançar resultados muito acima da média, ambiciona alcançar e fazer crescer ainda mais a sua equipa. Assim, aqui fica o seu testemunho:

Porque decidiu ser Consultor Imobiliário? Considera que este é um negócio para pessoas empreendedoras?

A determinada altura da minha carreira profissional, na área da consultoria, senti necessidade de um novo desafio, e resolvi começar a analisar oportunidades de empreendedorismo. O imobiliário surgiu como a opção mais atrativa por 3 razões:

1) embora Portugal seja um dos países do mundo com rácio mais elevado de consultores imobiliários, estamos ainda longe ao nível da profissionalização e das melhores práticas dos mercados mais evoluídos (como os EUA);
2) é uma atividade com baixo investimento na entrada e com enorme potencial de ganhos;
3) é provavelmente a atividade mais estudada e documentada no mundo, onde encontramos blueprints para qualquer tipo de crescimento que pretendamos, ou seja, não é preciso reinventar a roda - basta seguir as receitas.

Neste momento o Cristóvão está a aumentar a sua equipa, tem apostado em inúmeras acções de marketing e formação. Pode contar-nos as apostas que tem feito para fazer crescer a sua “empresa”?

Nos EUA 50% do volume de vendas é controlado por 10% dos agentes, e destes a maioria são equipas. As pessoas quando vêm de fora o imobiliário têm uma visão romântica de uma atividade com muito tempo livre. Quando iniciam, rapidamente percebem que não é verdade. Quanto trabalhamos em modo "solo agent" somos nós que preenchemos contratos, recolhemos documentação, preparamos estudos de mercado, tratamos do marketing, agendamos e fazemos visitas, etc... Na prática, somos um "faz tudo". Por isso é que a maioria dos colegas abandona a atividade no 1.º ano. Quando o cliente quer visitar uma casa num dia em que estamos de férias, faz sentido dizer que não estamos disponíveis porque tudo depende de nós? É para isso que temos que criar escala e especialização.

No ano passado, a Catarina Guerra decidiu também despedir-se do seu emprego "corporate" e juntar-se a mim para criarmos um plano ambicioso de crescimento ao nível da equipa, com cobertura geográfica nacional e internacional. Como queríamos ser líderes, virámo-nos para o mercado americano para ir buscar as práticas das equipas de maior sucesso e replicá-las em Portugal. Aderimos ao programa de coaching do Tom Ferry (o coach #1 mundial), e temos estado a desenvolver o nosso negócio com o acompanhamento da nossa coach. Fechámos o ano de 2021 com um volume de transações acima dos 10 milhões de euros, colocando-nos como top 1% nacional. Neste momento já temos 4 elementos na equipa.

A formação é fundamental, e somos assíduos em todos os cursos e certificações. Esta é uma atividade em que é preciso aprender continuamente. Por outro lado, temos de conseguir explicar aos nossos clientes a nossa proposta de valor que passa por transformar e valorizar imóveis, através do home staging e do nosso processo de venda que tanto sucesso tem tido. E para isso é fundamental a aposta nas redes sociais e nos conteúdos de vídeo.

O modelo RE/MAX permitiu-lhe criar a sua própria empresa, a Nomera Capital, e ficar associado a esta marca. Qual é risco/benefício em ser empresário nesta área? Considera que aqui há benefícios de ser empresário com um menor risco de investimento?

A RE/MAX dá-nos acesso à maior rede imobiliária e maior base de dados de imóveis, que são fundamentais para acelerar os negócios. Na falta de um MLS (de forma simplificada, trata-se de uma base de dados partilhada entre empresas de mediação) como nos EUA, o fator escala é muito importante para termos acesso à informação.

O plano de formação RE/MAX permite aos consultores no início da carreira começarem a faturar rapidamente, se aplicarem o que lhes é ensinado. Fornece as receitas que estão provadas e que funcionam.

Considero que o principal risco é tentar crescer depressa demais, porque pode criar desfoque da atividade fundamental no imobiliário que são as vendas, e acima de tudo a prospeção. Por outro lado, é importante que a estrutura de custos acompanhe o crescimento das vendas de forma sustentada.

Há que ter presente que se trata de uma atividade altamente competitiva. E tudo isto num contexto em que muitos dos consultores ganham menos que o ordenado médio nacional.

Porquê o Siimgroup?

O SiimGroup tem uma cultura de exigência nas pessoas que seleciona. Foi o 1.º grupo a abrir uma loja RE/MAX Collection, pelo que na sua génese há um posicionamento no segmento prime que é algo importante para a nossa estratégia.

Por outro lado, a equipa #1 do mundo (fora EUA & Canadá), o D&D Group do Daniel Henriques e do Diogo Lampreia, desenvolveram-se no SiimGroup. Portanto, temos um modelo, uma referência, uma inspiração.

O SiimGroup dá-nos autonomia total e apoia-nos com um conjunto de serviços, espaço físico prime, staff e brokers que agilizam imenso e permitem-nos concentrar nos aspetos core do negócio.

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